ECOPORE http://ecopore.biz Innovative Solutions for your Construction! dom, 27 set 2015 13:56:52 +0000 pt-BR hourly 1 Boeing 737 Desgovernado é parado com Segurança por Concreto Celular http://ci.ecopore.biz/boeing-737-descontrolado-e-parado-com-seguranca-por-concreto-celular/ Tue, 20 Dec 2011 14:38:07 +0000 http://www.ecopore.com.br/?p=1742 Há uma simples razão pela qual este Boeing 737 não foi destruído esta semana no Aeroporto de Jiuzhai Huanglong, na China, em vez disso foi seu trem de pouso que destruiu a pista de concreto: não é nem uma pista, nem concreto. Ao menos, no sentido tradicional. É uma tecnologia chamada EMAS – Engineered Materials

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Há uma simples razão pela qual este Boeing 737 não foi destruído esta semana no Aeroporto de Jiuzhai Huanglong, na China, em vez disso foi seu trem de pouso que destruiu a pista de concreto: não é nem uma pista, nem concreto. Ao menos, no sentido tradicional.

É uma tecnologia chamada EMAS – Engineered Materials Arresting System (Sistema de Frenagem com Materiais de Engenharia), e ele pode salvar sua vida um dia.

O Boeing 737 foi utilizado para testar a eficácia do material. Como você pode ver nas imagens, ele funcionou perfeitamente.

O que é isso?

EMAS é um sistema de pavimentação feito com “Concreto Celular Espumoso”, um “leito de blocos de cimento celular, envolvido por uma cobertura ecológica, que é colocado na extremidade de uma pista de pouso para desacelerar uma aeronave fora de controle que ultrapasse os limites da pista em caso de emergência.”

Como isso funciona?

Quando o avião ultrapassa o limite da pista, ele esmaga o Concreto Celular em um processo que para suavemente a aeronave sem causar danos catastróficos. Esta inovação pode realmente salvar o dia.

Quão importante é isso?

Durante os últimos 15 anos, houve mais de 30 acidentes por ano em pistas de pouso e decolagem envolvendo aviões comerciais. 25% (vinte cinco por cento) deles foram classificados como “acidentes graves”, envolvendo danos e ferimentos significativos ou mortes. E 10% (dez por cento) resultaram em mortes. Isso é mais do que mil mortos desde 1995.

Quais aeroportos têm EMAS?

Surpreendentemente, EMAS não é um sistema de segurança obrigatório nos EUA ou em qualquer lugar do mundo. Até o final de 2010, apenas 51 pistas em 35 aeroportos dos EUA haviam implementado este sistema em vez da obrigatória Área de Segurança da Pista (RSA – Runway Safety Area). A RSA é apenas um espaço livre que não é projetado para parar a aeronave e pode acabar em desastre.

Fora os EUA, apenas alguns aeroportos ao redor do mundo como Jiuzhai Huanglong na China ou Madrid-Barajas na Espanha, possuem EMAS.

Após tomar conhecimento sobre as estatísticas de acidentes aéreos com saída da pista, eu espero que isto se torne obrigatório em todos os principais aeroportos pelo mundo.

Para saber mais sobre acidentes aéreos:



Fonte: Blog da Defesa Chinesa

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Concreto Celular Garante a Segurança dos Aeroportos http://ci.ecopore.biz/concreto-celular-garante-a-seguranca-dos-aeroportos/ Mon, 05 Dec 2011 21:16:51 +0000 http://www.ecopore.com.br/?p=1722 A água esta tão próxima das extremidades das pistas de pouso do Aeroporto Groton-New em Londres, que não há nenhuma maneira ambientalmente sensível para a construção das áreas de segurança da pista, conforme exigido pela FAA em 2015; mas um sistema baseado em Concreto Celular pode atender o mandato da FAA. “Existem bolsas de ar

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A água esta tão próxima das extremidades das pistas de pouso do Aeroporto Groton-New em Londres, que não há nenhuma maneira ambientalmente sensível para a construção das áreas de segurança da pista, conforme exigido pela FAA em 2015; mas um sistema baseado em Concreto Celular pode atender o mandato da FAA.

“Existem bolsas de ar dentro do próprio material, tornando-o extremamente leve”, disse Kevin Quan, diretor de vendas e marketing para “sistemas de freagem de emergência” da Zodiac Aerospace. Painéis plástico em cima e embaixo ampliam a durabilidade. Quando uma aeronave ultrapassa os limites da pista, atingindo os painéis, o concreto vira pó, parando o avião de forma segura.

O Administrador Regional da FAA Amy Lind Corbett disse que o sistema parou aeronaves nos aeroportos apenas oito vezes durante 12 anos, mas “O sistema salvou vidas, é também as aeronaves.”

E em Groton-New – Londres, ele pode ter salvo o aeroporto. Ele esteve fora de conformidade com as normas da FAA durante “muitos anos”, disse Carl Straub, de longa data presidente da comissão consultiva dos cidadãos. Em 2015, a FAA vai exigir áreas de segurança na pista ou substitutos como o sistema de concreto celular.

“Eu acho que o que ele faz é realmente dar sobrevivência”, disse James Redeker, Comissário do Departamento de Transportes. Ele disse que um sistema semelhante encontra-se em obras no Aeroporto de Sikorsky em Stratford, no aeroporto municipal de Bridgeport, que como Groton-New em Londres, tem de operar em locais apertados.

A FAA gastou a maior parte dos U$ 9 milhões para o projeto de Groton-New em Londres, disse ele.

Fonte: NBC CONNECTICUT

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Etiqueta de eficiência energética em edifícios comerciais: um diferencial de competitividade http://ci.ecopore.biz/standard-post-example/ Fri, 17 Jul 2009 23:01:20 +0000 http://mentor.themes.pixelentity.com/?p=5 Etiqueta, lançada pela Eletrobrás/Procel e que integra PBE, reconhecerá edificações que reduzam o consumo de água e energia Para uma empresa ser competitiva, atualmente, não basta apenas ter o melhor produto, ela também pode estar localizada em um edifício que possibilite a economia de recursos naturais, o que impactará diretamente no preço final da sua

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Etiqueta, lançada pela Eletrobrás/Procel e que integra PBE, reconhecerá edificações que reduzam o consumo de água e energia

eficiencia energética Para uma empresa ser competitiva, atualmente, não basta apenas ter o melhor produto, ela também pode estar localizada em um edifício que possibilite a economia de recursos naturais, o que impactará diretamente no preço final da sua mercadoria. Por isso, a Eletrobrás, por meio do Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (Procel), e em parceria com o Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro), lançaram a Etiqueta Nacional de Eficiência Energética em Edificações (ENCE), para edifícios comerciais, de serviços e públicos.

A etiqueta, que faz parte do Programa Brasileiro de Etiquetagem (PBE), vai reconhecer as edificações que, comprovadamente, reduzam o consumo de energia elétrica e água. Para receber a etiqueta, as edificações são avaliadas em três quesitos prediais: envoltória, sistema de iluminação e sistema de condicionamento de ar. De acordo com a Eletrobrás, por enquanto, a etiquetagem é voluntária e aplicável a edifícios com área útil superior a 500 metros quadrados ou atendidos por alta tensão. Ela pode ser concedida para o edifício completo ou para parte dele, quando é avaliado é avaliado o nível de eficiência da sua envoltória ou combinando a envoltória com um dos outros sistemas – iluminação ou condicionamento de ar.

Ao iniciar o processo de etiquetagem, o proprietário deverá encaminhar ao laboratório de inspeção, indicado pelo Inmetro, o pedido de avaliação, juntamente com os documentos exigidos, como projetos e memoriais. Os prédios serão classificados de ‘A’ a ‘E’, sendo o ‘A’ o mais eficiente. “A iniciativa de criar soluções sustentáveis para as construções é mundial e, gradualmente, o Inmetro está adotando ações nesse sentido. O grande desafio da eficiência energética nas edificações é garantir um clima interno que não prejudique o dia-a-dia dos frequentadores, privilegiando a economia de energia. As construtoras que aderirem ao programa terão a etiqueta como diferencial competitivo”, avaliou o presidente do Inmetro, João Jornada.

Para Frederico Souto Maior, engenheiro do Procel Edifica, os benefícios da etiqueta podem ser sentidos tanto pelo construtor, que terá um valor agregado ao seu produto, quanto pelo consumidor, que economizará dinheiro com energia elétrica e água, ao longo de toda a vida útil do edifício. “Um dos objetivos da etiqueta é criar um mercado em que os usuários começarão a privilegiar empresas e empreendimentos que respeitem o meio ambiente”, contou Souto Maior.

A economia de eletricidade conseguida por meio de arquitetura bioclimática, segundo a Eletrobrás, pode chegar a 30% em edificações já existentes – se passarem por readequação e modernização – e a 50% em prédios novos, que contemplem essas tecnologias desde a fase de projeto

Segundo o engenheiro, um empreendimento que seja classificado com o nível ‘A’ é 37% mais eficiente que um que receba o nível ‘D’. “É claro que todos os empresários gostariam que seus empreendimentos fossem classificado como ‘A’, mas para receber essa classificação, o projeto exige um esforço muito maior”, comentou. Souto Maior acredita que um edifício ‘A’ seja, em média, de 5% a 10% mais caro que um prédio comum. Um outro benefício da etiquetagem, segundo o engenheiro, é a formação de mão-de-obra especializada e voltada para o mercado de construções eficientes, além da capacitação de novos laboratórios para realizarem a certificação.

A economia de eletricidade conseguida por meio de arquitetura bioclimática, segundo a Eletrobrás, pode chegar a 30% em edificações já existentes – se passarem por readequação e modernização – e a 50% em prédios novos, que contemplem essas tecnologias desde a fase de projeto. A Caixa Econômica Federal (CEF) foi contemplada com a etiqueta devido à construção do seu edifício sede em Belém, no Pará, e da agência Jardim das Américas, em Curitiba, no Paraná.

“Um banco tem que pensar na sustentabilidade ecológica e financeira”, afirma o superintendente da CEF, Antenor Pimenta Madeira. A Caixa é um dos maiores consumidores comerciais de energia elétrica do país, sendo seu consumo da ordem de 500 GWh por ano, o equivalente ao consumo de 140 mil residências. Na agência Jardim das Américas, por exemplo, foram tomados alguns cuidados para que o projeto pudesse receber a etiqueta. O projeto contempla a orientação adequada da fachada; uso de materiais de elevada resistência térmica; aproveitamento da iluminação natural pelo desligamento das luminárias localizadas junto às janelas; sistema de aproveitamento de água da chuva para uso na limpeza de piso externo e irrigação dos jardins; entre outras ações.

“Os ganhos da agência bancária Jardim das Américas já puderam ser comparados com os de outras agências do banco no país e a redução do consumo foi de 24% em energia e de 65% em água, desde a inauguração, há seis meses”, afirmou Madeira. Além dos edifícios da CEF, também foram contemplados com a etiqueta a Associação Beneficente da Indústria Carbonífera de Santa Catarina (SATC), em Criciúma; a Faculdade de Tecnologia Nova Palhoça (FATENP), em Nova Palhoça (SC); e o Laboratório de Engenharia Ambiental (Cetragua) da Universidade Federal de Santa Catarina.

A metodologia aplicada para a certificação foi desenvolvida por meio de um convênio entre a Eletrobrás, no âmbito do Procel Edifica, e o Laboratório de Eficiência Energética em Edificações (LabEEE), da Universidade Federal de Santa Catarina, com a participação de uma comissão com representantes do Inmetro, do Centro de Pesquisa de Energia Elétrica (Cepel), do Instituto dos Arquitetos do Brasil (IAB), da CEF, de universidades e associações de fabricantes de materiais de construção.

Carolina Medeiros, para o Procel Info

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Ciência da Construção http://ci.ecopore.biz/ciencia-da-construcao/ Mon, 13 Jul 2009 19:01:30 +0000 http://mentor.themes.pixelentity.com/?p=9 As três principais influências que afetam o desempenho dos edifícios são: Transferência Térmica – A facilidade com que o calor desloca-se por uma casa e seu envoltório exterior afeta consideravelmente os fatores de saúde e conforto de uma casa. Fluxo de Ar – Fuga de ar, um problema tanto para as casas novas como as

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As três principais influências que afetam o desempenho dos edifícios são:

Transferência Térmica – A facilidade com que o calor desloca-se por uma casa e seu envoltório exterior afeta consideravelmente os fatores de saúde e conforto de uma casa.

Fluxo de Ar – Fuga de ar, um problema tanto para as casas novas como as já existentes que pode contribuir com mais de 30% dos custos com aquecimento e refrigeração, criar problemas de conforto e umidade ou puxar poluentes como o mofo nas casas.

Fluxo de Umidade – Existem quatro modalidades preliminares para migração de umidade em nossas casas; umidade de intempéries, capilaridade, infiltração, e difusão.

Transferência Térmica

A facilidade com que o calor desloca-se por uma casa e seu envoltório exterior afeta consideravelmente os fatores de saúde e conforto de uma casa. Os três principais modos de transferência de calor são condução, convecção, e radiação.

condução

Condução

É a transferência de calor através de objetos sólidos, tais como forros, paredes e assoalhos de uma casa.
Isolamento (e janelas com vidros laminados duplos, triplos ou mais) reduzem perdas por condução.

frigideira-fritando

convecção

Convecção

É o fluxo do calor pelas correntes de ar.
Assim como o ar quente é mais leve e sobe; quando ele esfria, torna-se mais pesado e desce.
O fluxo convectivo do ar dentro de uma casa é conhecido como infiltração; o fluxo exterior é chamado de exfiltração. Em geral, este fluxo de ar é conhecido como vazamento de ar.

vela-convecção

radiação

Radiação

O movimento de energia em ondas de objetos quentes para frios através de espaços vazios.
Exemplos incluem o calor radiante que viaja:

  • – Do painel de vidro interno para painéis externos nas janelas de vidro duplo durante o inverno
  • – Do Telhado ao isolamento do sótão durante quentes dias ensolarados

Barreiras reflexivas, tais como barreiras radiantes de calor nos sótãos e revestimentos de baixa-emissividade para as janelas minimizam a transferência de calor.

irradiação - queimadura de sol

Fluxo de Ar

Fuga de ar, um problema tanto para as casas novas como as já existentes que pode contribuir com mais de 30% dos custos com aquecimento e refrigeração, criar problemas de conforto e umidade ou puxar poluentes como o e mofo nas casas.

Os requisitos para a fuga de ar são:

  • Buracos – quanto maior o buraco, maior a fuga de ar. Grandes buracos devem ter prioridade nos esforços para selagem do ar.
  • Força Motriz – uma diferença de pressão que força o fluxo do ar através de um buraco. Buracos que possuem uma força motriz mais forte e contínua devem têm maior prioridade.

As Forças Motrizes comuns incluem:

Vento

vento-cortadoO Vento é geralmente considerado a principal força motriz para a fuga de ar. Quando o vento sopra contra um edifício, ele cria uma zona de alta pressão nas áreas de barlavento (lado por onde entra o vento). O ar exterior a partir do lado do barlavento infiltra no edifício enquanto sai ar no lado do sotavento (lado por onde sai o vento). O vento atua para criar zonas de pressão diferencial que causam tanto infiltração como exfiltração. O grau em que o vento contribui para a fuga de ar depende de sua velocidade e duração.


Efeito Chaminé

A diferença de temperatura interior e exterior faz subir o ar quente dentro da casa, enquanto o ar frio desce, criando uma força conhecida como efeito chaminé. O efeito chaminé é fraco, mas sempre presente. Quando o efeito chaminé é predominante e os furos através dos quais ele impulsiona ar são grandes, geralmente é um contribuinte importante para o vazamento do ar, umidade e problemas na qualidade do ar.

efeito-chamine-cortado

Sistemas Mecânicos Conduzem Infiltração

Os sistemas de ar condicionado mal concebidos e mal instalados podem criar um forte desequilíbrio de pressão no interior da casa, triplicando a fuga de ar sempre que o sistema de ar condicionado funcione. Além disso, dutos e canalizações não lacradas situados no sótão e nos espaços de rastejamento podem extrair poluentes e excesso de humidade da casa. Corrigindo problemas de vazamento em dutos é crítico quando se pretende construir uma casa energeticamente eficiente.

infiltracao-mecanica-cortado

Fluxo de Umidade

Existem quatro modalidades preliminares para migração de umidade em nossas casas; umidade de intempéries, capilaridade, infiltração, e difusão.

Águas de Chuva

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Umidade de Intempéries é o fluxo de umidade através de buracos, rachaduras, ou lacunas. A principal fonte é a chuva, mas podem incluir vazamentos em canalizações e infiltração das águas subterrâneas. Uma construção de qualidade com materiais duráveis pode controlar a umidade por intempéries – o mais importante dos quatro modos de migração de umidade.

Suas causas incluem:

  • Falha na Impermeabilização do Telhado,
  • Drenagem Inadequada, e
  • Má qualidade das guarnições e molduras ou juntas de calafetagem no exterior da construção. (tais como janelas, portas, pisos e revestimentos)

Capilaridade

Capilaridade é a absorção da água através de materiais porosos ou entre as pequenas fissuras. Selando-se os poros ou frestas, aumentando o tamanho das frestas (geralmente para um mínimo de 3,2 mm), ou instalando um material que crie uma barreira contra o vapor da água, pode-se controlar a capilaridade.

As fontes primárias do fluxo de umidade da chuva ou solo por capilaridade incluem:

  • Águas dormentes na sobreposição de peças do revestimento exterior.
  • Água puxada para cima através de poros e fissuras em lajes e pisos de concreto.
  • Água migrando de porões através de paredes e enquadramentos das fundações.
capilaridade_caminhos

Infiltração

Infiltração é a transferência de umidade através da circulação do ar. O controle da infiltração é especialmente importante em climas úmidos. Juntas e penetrações não seladas permitem que o ar contendo vapor d’água flua para as áreas fechadas. A criação de um Sistema de Barreira de Ar e o fechamento de todas as vias circulação do ar através do contexto do edifício pode controlar a infiltração.

perda-de-ar-diagrama

As causas incluem fugas de ar através de buracos, rachaduras, vazamentos e outros entre:

  • Ar Interior e Cavidades no interior das paredes,
  • Ar Interior e Sótãos,
  • Ar Exterior e Ar Interior, acrescentando umidade ao ar interior durante o Verão,
  • Espaços Vazios e Ar Interior.

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Eletrobrás e Inmetro lançam Etiqueta de Eficiência Energética em Edificações http://ci.ecopore.biz/eletrobras-e-inmetro-lancam-etiqueta-de-eficiencia-energetica-em-edificacoes/ http://ci.ecopore.biz/eletrobras-e-inmetro-lancam-etiqueta-de-eficiencia-energetica-em-edificacoes/#respond Fri, 03 Jul 2009 19:04:58 +0000 http://mentor.themes.pixelentity.com/?p=64 A Eletrobrás e o Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro) lançaram nesta quinta-feira, 2, em São Paulo, a Etiqueta de Eficiência Energética em Edificações para edifícios comerciais, de serviços e públicos. Receberam a etiqueta – simbolizada por uma placa de aço em tamanho A4 – uma agência da Caixa Econômica Federal (CEF)

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A Eletrobrás e o Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro) lançaram nesta quinta-feira, 2, em São Paulo, a Etiqueta de Eficiência Energética em Edificações para edifícios comerciais, de serviços e públicos. Receberam a etiqueta – simbolizada por uma placa de aço em tamanho A4 – uma agência da Caixa Econômica Federal (CEF) em Curitiba, e os projetos da sede administrativa da CEF em Belém (PA); da Associação Beneficente da Indústria Carbonífera de Santa Catarina (SATC), em Criciúma; da Faculdade de Tecnologia Nova Palhoça (Fatenp), em Nova Palhoça (SC); e do Laboratório da Engenharia Ambiental (Cetragua) da Universidade Federal de Santa Catarina, em Florianópolis. A cerimônia foi realizada na sede do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (Sinduscon-SP).

Para o presidente da Eletrobrás, José Antonio Muniz, o lançamento da etiqueta de eficiência energética para edificações, numa parceria entre a Eletrobrás/Procel e o Inmetro, é um momento muito importante no caminho da conscientização da sociedade brasileira de que o futuro do planeta passa pelo uso racional da energia elétrica. “Estamos dando esse passo hoje porque o Procel já avançou muito, mas precisamos evoluir ainda mais. Nós estamos investindo, cada vez mais, na eficácia e na eficiência no tratamento da energia elétrica. Não tenho dúvidas de que o Brasil, ao lançar essa etiqueta, se coloca entre os países mais avançados do mundo”, disse o executivo.

A Etiqueta de Eficiência Energética em Edificações faz parte do Programa Brasileiro de Etiquetagem (PBE) e foi desenvolvida em parceria pela Eletrobrás, por meio do Programa Nacional de Conservação de Energia (Procel), e pelo Inmetro. Para receber a etiqueta, as edificações são avaliadas em três níveis de eficiência: envoltória, sistema de iluminação e sistema de condicionamento de ar. O objetivo é diminuir o ganho de calor pela envoltória do edifício e, ao mesmo tempo, aproveitar melhor a iluminação e a ventilação naturais, levando a um consumo menor de energia elétrica, além de incentivar o uso da energia solar e o consumo racional de água.

Níveis de economia
Assim como os eletrodomésticos que fazem parte do PBE, os projetos de arquitetura serão analisados e receberão etiquetas com graduações de acordo com o consumo de energia. Inicialmente implantada de forma gradual e voluntária, a etiquetagem passará a ser obrigatória. “Assim, os prédios serão classificados de ‘A’ a ‘E’, sendo ‘A’ o mais eficiente. Inicialmente, já temos a regulamentação para os edifícios comerciais de metragem superior a 500 m²”, explicou Solange Nogueira, chefe da Divisão de Eficiência Energética em Edificações, da Eletrobrás.

“A iniciativa de criar soluções sustentáveis para as construções é mundial e gradualmente o Inmetro está adotando ações nesse sentido. O grande desafio da eficiência energética nas edificações é garantir um clima interno que não prejudique o dia-a-dia dos freqüentadores, privilegiando a economia de energia. As construtoras que aderirem ao Programa terão a etiqueta como diferencial competitivo”, afirmou o presidente do Inmetro, João Jornada, que também esteve presente ao evento. “A adesão é voluntária e abrangerá, inicialmente, apenas as construções públicas e de serviços. Mas, no futuro, os prédios residenciais também terão seus projetos avaliados e classificados”, completou Alfredo Lobo, diretor da Qualidade do Inmetro.

A economia de eletricidade conseguida por meio da arquitetura bioclimática pode chegar a 30% em edificações já existentes (se passarem por readequação e modernização) e a 50% em prédios novos, que contemplem essas tecnologias desde a fase de projeto. Os ganhos da agência bancária da Caixa em Jardim das Américas (Curitiba/PR), por exemplo, já puderam ser comparados com os de outras agências do banco no país e a redução do consumo foi de 24% em energia e de 65% em água, desde a inauguração, há seis meses.

As edificações dos setores residencial, comercial e públicas são responsáveis por cerca de 45% do consumo de energia elétrica no Brasil, que se dá principalmente em forma de iluminação artificial e climatização de ambientes. “Apostar na chamada arquitetura bioclimática, escolher materiais e equipamentos que valorizem o uso inteligente da energia e preferir uma tecnologia construtiva que privilegie a redução de gastos com eletricidade são medidas desejáveis”, conta Solange Nogueira, da Eletrobrás.

A metodologia aplicada para a certificação foi desenvolvida por meio de um convênio entre a Eletrobrás, por meio do Procel Edifica, e o Laboratório de Eficiência Energética em Edificações (LabEEE), da Universidade Federal de Santa Catarina, com a participação de uma comissão formada por representantes do Inmetro, do Centro de Pesquisa de Energia Elétrica (Cepel), do Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (Confea), do Instituto dos Arquitetos do Brasil (IAB), da Caixa Econômica Federal, de universidades e de associações de fabricantes de materiais de construção. Depois de aprovada pelo Comitê Gestor de Indicadores e Níveis de Eficiência Energética (CGIEE), do Ministério de Minas e Energia, a metodologia foi a consulta pública, tendo incorporado sugestões encaminhadas por representantes de diversos setores da construção civil e pela sociedade em geral.

Como funciona

Para obter a etiqueta, as empresas devem entrar em contato com os laboratórios de avaliação credenciados pelo Inmetro. “O ideal é solicitar a etiquetagem na fase de projeto”, afirma Leonardo Machado Rocha. “Mas edifícios prontos que fizeram algum tipo de retrofit também podem ter a etiqueta”, explica.

De acordo com Rocha, o Inmetro analisará o edifício na fase de projeto e também realizará uma inspeção após a conclusão da obra para verificar se os sistemas estão de acordo com o que foi previamente apresentado. Outra fiscalização só acontecerá quando acabar a validade de cinco anos da etiqueta. “A construção será fiscalizada e, dependendo do caso, poderá mudar a categoria da etiqueta”, avisa João Jornada.

O Inmetro e a Eletrobrás desenvolveram quatro manuais com todas as informações do programa. Os materiais estarão disponíveis para download ainda nesta semana no site www.procelinfo.com.br.

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Concreto Celular solucionando problemas na construção http://ci.ecopore.biz/concreto-celular-solucionando-problemas-na-construcao/ http://ci.ecopore.biz/concreto-celular-solucionando-problemas-na-construcao/#respond Sun, 28 Jun 2009 00:42:23 +0000 http://mentor.themes.pixelentity.com/?p=20 A lista abaixo apresenta apenas alguns dos problemas que podem ser solucionados com concreto celular. Ela foi elaborada focando apenas problemas de construção em edificações, ao invés de problemas geotécnicos e de infraestrutura, onde o concreto celular também é utilizado com excelentes resultados. O concreto celular reduz tanto o peso quanto o custo comparando-se com

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A lista abaixo apresenta apenas alguns dos problemas que podem ser solucionados com concreto celular. Ela foi elaborada focando apenas problemas de construção em edificações, ao invés de problemas geotécnicos e de infraestrutura, onde o concreto celular também é utilizado com excelentes resultados.

O concreto celular reduz tanto o peso quanto o custo comparando-se com o concreto de alta densidade, enquanto mantém muitas das propriedades que tornam o concreto um precioso material de construção. A resistência é reduzida assim que a reduzimos sua densidade, desta maneira o uso do concreto celular não é recomendado em algumas aplicações.

Piso de concreto afundando com espaços vazios sob a laje.

Solução: O concreto celular numa densidade entre 640 a 960 kg/m3 irá fluir facilmente, penetrando até mesmo nas menores passagens para preencher todos os espaços vazios existentes.

Se o seu concreto está afundando, existe uma possibilidade muito boa de que a laje de concreto foi instalada sobre uma base mal compactada preenchida de sujeira. Uma erosão na sub-superfície e diminuição do solo também são outras possibilidades.

Se você for afortunado o bastante para ter este tipo de problema na sua área, não deveria substituir o concreto. É possível fazer uma laje/piso flutuar de volta à sua posição original bombeando concreto celular abaixo da parte afetada.

Buracos são furados estratégicamente na laje ou piso, com uma bomba portátil e mangueiras flexíveis, estes furos são preenchidos com concreto celular. Muitas vezes, erguer uma laje através deste método pode durar poucas horas.

Muitas vezes, o custo para realizar este serviço é inferior a metade do que custaria a substituição de uma nova laje ou piso.

Há inúmeros benefícios para este método.

  • Pode ser feito em praticamente qualquer clima. O material injetado sob a laje fornece uma base sólida.
  • Existe pouca ou nenhuma perturbação no paisagismo.
  • Nada precisa ser transferidos para fora da laje, uma vez que a bomba pode levantar o peso da laje e qualquer coisa que você colocou sobre ela.

Veja abaixo uma explicação com imagens

Orifícios são perfurados através da laje ou piso afundado.

Orifícios são perfurados através da laje ou piso afundado.




Concreto Celular é bombeado sob a laje elevando-a na altura desejada.

O Concreto Celular é bombeado sob a laje elevando-a na altura desejada.



O concreto celular é bombeado sob a laje com equipamentos especializados. Quando todos os vazio são preenchidos, a argamassa torna-se sob pressão, hidraulicamente elevando o piso na altura desejada.

Os furos são corrigidos usando uma mistura de concreto especial.

Os furos são corrigidos usando uma mistura de concreto especial.



Porque o concreto afunda no primeiro piso

Toda a sujeira e entulho é quase sempre colocada ao longo da fundação da casa e garagem logo após a conclusão da própria fundação. Este mesmo material preenche os vazios criados durante o processo de construção da fundação. Raramente um construtor dedica algum tempo para compactar esta sujeira.

Os solos são constituídos por partículas sólidas e os espaços (vazios) entre essas partículas. No entanto, espaços vazios no solo podem causar grandes problemas para a construção de edifícios e lajes de concreto. Cargas concentradas, tais como de edifícios ou lajes podem literalmente espremer o ar e a água do solo.

Quando isto acontece, as fossas, porões, edifícios ou lajes seguem afundando.

Evitando este problema no primeiro piso.

O problema poderia ter sido evitado. Em vez de preencher os vazios com entulho e sujeira, um construtor deve utilizar no preenchimento um material granular, como areia ou areia e uma mistura de cascalho. Estes materiais podem ser facilmente compactados com um compactador vibratório de mão.

Este mesmo tipo de material também deve ser utilizado para preencher valetas que atravessem as calçadas, alamedas e acessos de veículos.

Uma compactação adequada irá remover espaços vazios com ar, que se permanecerem mais tarde irão assentar e fazer com que o concreto rache e afunde.

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Regulador Térmico Natural http://ci.ecopore.biz/regulador-termico-natural/ http://ci.ecopore.biz/regulador-termico-natural/#respond Tue, 23 Jun 2009 03:09:40 +0000 http://mentor.themes.pixelentity.com/?p=18 Inspirados na natureza as paredes, painéis e blocos de isolamento térmico e acústico para economia de energia foram especificamente concebidos para serem utilizado em paredes de isolamento externas e internas. Composto de materiais minerais é totalmente respirável, o que significa que irá isolar paredes evitando que elas transpirem e desta maneira impedindo o aprisionamento de

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Inspirados na natureza as paredes, painéis e blocos de isolamento térmico e acústico para economia de energia foram especificamente concebidos para serem utilizado em paredes de isolamento externas e internas. Composto de materiais minerais é totalmente respirável, o que significa que irá isolar paredes evitando que elas transpirem e desta maneira impedindo o aprisionamento de água por trás do reboco e/ou revestimento.

Uma casa saudável e sem mofo, bolor ou fungo, deve ser capaz de respirar.

Sem o isolamento adequado ocorre uma grande perda de energia (aproximadamente 25% causada pelas paredes exteriores, mais aproximadamente 7% causada pelas áreas de embasamento).

Com um valor de isolamento previsto em 0,065 lambda, este novo material, uma vez utilizado nas alvenarias externas e opcionalmente também nas paredes interiores, irá reduzir significativamente o consumo de energia necessária para manter um ambiente confortável, e conseqüentemente economizar dinheiro e ao mesmo tempo permitir que as paredes respirem.

Não existe melhor desenvolvedor de produto do que a Mãe Natureza. O planeta tem evoluído ao longo de milhões de anos, disponibilizando materiais que ajudam o homem adaptar-se ao diversos ambientes através do calor, frio, umidade e seca.

Nossos blocos minerais adoram extremos. Tornam-se frios quando estiver quente, quentes quando você não estiver. Diferentemente dos materiais sintéticos, eles realmente reage às mudanças na temperatura e umidade atmosférica. É como ter um sistema singular de ar condicionado na sua casa.

Nossas paredes, painéis e blocos são um higroscópio, o que significa que eles reagem a umidade do ambiente. Eles absorvem umidade resfriadora em condições de baixa temperatura para ajudar no aquecimento do ambiente.

Parede absorve umidade para aquecer o ambiente

Quando esta quente lá fora, a parede libera umidade como um vapor para resfriar o ar.

Parede libera umidade para resfriar o ambiente

Uma vantagem natural, ECOPORE reage ao ambiente

Paredes feitas com nossos blocos naturais têm uma vantagem adicional por causa das propriedades de termo-regulação dos materiais. Nosso isolamento tem a capacidade de absorver e liberar vapor de água, ajudando a manter os edifícios frescos no Verão e quentes no Inverno. Quando a temperatura exterior aumenta e começa a aquecer a parede, os blocos liberam umidade; que tem efeito de resfriamento, o que reduz o fluxo de calor para o interior do edifício.

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